pouca luz: muito mais pra si

há tempos - nem todos sabem - fiz teatro.

defendia e ainda defendo a quase ausência de luz, a penumbra, como forma de ocupação do workplace (palco) cênico e levava isso aos espectadores.

mas sempre tentei ir além: iluminar também pouco a minha casa.

durante o dia, experimento abusar das frestas para permitir uma iluminação mais poética.

na noite, vá dosando as luzes de acordo com as intenções (jantar, ler e dormir).

aqui algumas dicas:

1- na sala, tenha opção de lâmpadas amareladas, como aquelas de filamento, de baixa potência, para ligar enquanto janta ou mesmo lê.

2- se for utilizar luz em pouca altura, prefira luminárias baixas (até 130 cm), com lâmpadas totalmente cobertas e espalhe o foco para a parede.

3- abuse das velas. algumas são de mel de abelha mesmo. uma graça.

4- no quarto, dois abajures são fundamentais: um lado da cama e um como opção à lâmpada alta (recomendo até tirar a lâmpada do teto) e
nada de TV ou computador onde se dorme.

5- uma boa música combina com uma luz bem feita. recomendo gotan project.

6- cuidado com luzes coloridas, consulte um arquiteto ou algum terapeuta antes de usar.

7- concilie a luz baixa com silêncio, passos leves e palavras sussurradas.

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